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Brasil registra 254.220 casos de coronavírus e 16.792 mortes

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Sem a definição de quem ocupará o cargo de ministro da Saúde, vago após a saída de Nelson Teich, o Ministério da Saúde confirmou, nesta segunda-feira (18/5), mais 13.140 casos do novo coronavírus e 674 mortes. Com isso, o país soma 254.220 pessoas infectadas pelo novo vírus e 16.792 casos fatais da doença.
Mais cedo, em uma apresentação feita em coletiva de imprensa, o secretário substituto de Vigilância em Saúde, Eduardo Macário, apresentou as taxas de incidência e de mortes por covid-19 com relação aos países com mais de 1 milhão de habitantes. O levantamento revela que o Brasil fica em 38º lugar para incidência de casos e em 18º lugar para o índice de mortalidade pela doença.
Todos os 26 estados do Brasil, mais o Distrito Federal, já registraram casos e mortes. No entanto, seis unidades da Federação preocupam com os altos números de vítimas da doença. São Paulo (4.823), Rio de Janeiro (2.852), Ceará (1.748), Amazonas (1.433), Pernambuco (1.640) e Pará (1.329) têm mais de 1.000 mortes cada e juntos somam 13.825, ou seja, 82% de todas as mortes já confirmadas.
Macário também expôs que 39.064 das 139.622 hospitalizações por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) registradas até esta segunda, eram de pacientes com covid-19. Outro dado apresentado por ele foi que 23.478 dessas 139.622 hospitalizações por SRAG evoluíram para casos fatais. A maioria deles, 11.548, são de pessoas infectadas pelo novo coronavírus.
Outros 2.277 desses óbitos ainda são investigados. 161 dos óbitos têm como causa a influenza, 130 outros vírus respiratório e 9.362 não tiveram um agente etiológico identificado. 
Sobre os esforços na busca de uma vacina para imunização da população contra a covid-19, Élcio Franco afirma que “não há reserva na busca pelo conhecimento”. “É um esforço mundial nessa direção”, pontuou o secretário. Pela manhã, em videoconferência na 73ª Assembleia Mundial da Saúde, o ministro interino Eduardo Pazuello reforçou o compromisso do Brasil com iniciativas globais na busca de novos tratamentos no combate à doença.
Questionado se a ausência do ministro desfalcaria a atuação do ministério, o secretário-executivo adjunto da pasta, Élcio Franco, disse que o foco está em prosseguir com a logística e concluir as orientações que já estavam sendo pactuadas com os conselhos. As orientações citadas por Élcio compõem a diretriz sobre o isolamento social que orientará governadores e prefeitos. De acordo com ele, o trabalho está em fase de conclusão. 
“Esse trabalho não se perdeu, está em fase de conclusão e pactuação com Conass e Conasems e Opas, para que seja, então, divulgado. Não se trata de um plano para isolamento social. É uma avaliação de risco que vai orientar os procedimentos e a decisão a ser tomada pelo gestor. Estamos em tratativa com conselhos para poder concluir e divulgar”, reforçou o secretário.

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